Montreal Pool Room: 1200 Boulevard Saint Laurent, tel. (514) 396-0460
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Montreal Pool Room: o melhor hot dog da cidade?
Montreal Pool Room: 1200 Boulevard Saint Laurent, tel. (514) 396-0460
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Promoção nos hotéis Delta até 4 de agosto
terça-feira, 15 de junho de 2010
Dois hostels em Montreal entre os melhores do mundo
Auberge L'Apéro: 1425 Rue Mackay, Suite 2, tel. (514) 316-1052
Auberge Montréal Espace Confort: 2050 Rue St-Denis, tel. (514) 849-0505
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Restaurante Le Pois Penché, do Downtown: ostras e clássicos de bistrô

Por Beatriz Tasso Fragoso, colaboração especial
O verão já foi, o outono idem, e com isso os "terrasses" tão presentes em Montréal foram recolhidos. Pena... Um lugar bem charmoso no Downtown da cidade para um almoço despretensioso é o Le Pois Penché, charmoso bistrô. A foto acima foi tirada em dias mais quentes :)
Mas mesmo sem as mesinhas fora, é super gostoso. Além dos óbvios steak frittes, salade niçoise e etc, eles têm um bar de ostras muito bom!

Anotem:
Boulevard de Maisonneuve Ouest, 1230, Montreal, tel. (514) 667-5050
O site do restaurante, www.poispenche.com, é uma delícia.
sábado, 7 de novembro de 2009
Passeio pelas salas do Edifício Belgo, um hot spot da arte contemporânea, em plena Sainte Catherine.
A rua Sainte Catherine, uma das mais importantes do Downtown, é conhecida pela concentração de grifes internacionais, grandes marcas locais e suas muitas entradas para o underground, a famosa “cidade subterrânea” de Montreal. Trata-se portanto do maior centro comercial daqui, onde exorcizamos nossos impulsos consumistas. Esta mesmíssima rua, alterna também igreja e as conhecidas casas de strippers da cidade, abriga ótimas livrarias, e esconde até uma efervescente galeria de arte contemporânea – confirmando assim seu irreverente DNA montrealense.
Logo no comecinho da Sainte Catherine, bem perto da Place des Arts e do Cinéma Impérial (na Bleury), fica o edifício Belgo, onde é possível passear por dezenas de salas reservadas à arte. O quinto andar desse discreto edifício é tomado por micro galerias que acolhem artistas contemporâneos, em sua maioria locais. Quase toda semana tem um vernissage por lá, e mesmo quando não há, o vai-e-vem de jovens artistas, apreciadores e curiosos é intenso. O melhor é que as exposições são temporárias, então tudo muda com freqüência e podemos ir regularmente nos surpreender de novo. Claro que não são todos os trabalhos os mais interessantes. Mas existe uma grande chance de sermos pegos quelque part pela arte.
No meu bate-perna de hoje por la, passei boa parte do tempo observando o trabalho do artista Louis Fortier. Expostas na Galerie Donald Browne, as obras de Fortier formam uma coleção de mascaras esculpidas em pedra, que representam uma hipotética relação genética entre o artista e o imperador Julio César. Para além do caráter narcisista, a coleção surpreende pela deformidade das faces, que ganham texturas orgânicas, ou duas bocas, em determinadas peças, evocando a natureza instável dos seres humanos. Fortier diz que tentou captar nelas a fugacidade da existência, ele consegue também expressar em sua arte toda complexidade da personalidade humana. A exposiçao Les variations juliennes de Fortier fica até dia 14 de novembro em cartaz no Edificio Belgo.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Restaurante O.Noir, em Montreal: super divertido (mas a comida....)

Por Beatriz Tasso Fragoso, colaboração especial
Sabe o que é esta “foto” aí em cima? Sou eu, jantando com minha amiga Stephanie no O.Noir, um restaurante maluco em Montréal. Você não vê nadinha porque, como o nome do lugar indica, lá come-se mesmo no noir, ou no escuro – literalmente! Os garçons, cegos, conduzem os clientes até suas mesas, onde o jantar é servido na escuridão total.
A idéia não é nova: em 2001 o Unsicht-Bar já fazia o mesmo em Colônia, na Alemanha. E Paris também tem o seu restaurante-breu, chamado Dans le Noir. Mas mesmo o Onoir não sendo o precursor da onda, eu estava louca de vontade de ir jantar lá e sentir, na própria pele, como é comer no escuro.
Foi hilário. Para começar, era noite de Halloween – a cidade toda enfeitada com teias de aranha, caveiras e esqueletos. O bar de entrada, este sim, iluminado, já dava medo: a trilha sonora mesclava sons de serra elétrica decepando gente, chuva, uivos de lobo e aqueles violinos de filme de suspense. Os clientes que chegavam liam o menu e escolhiam o que queriam comer. Depois colocavam seus pertences em vestiários, trancavam com cadeado e esperavam o garçom (cego) vir buscá-los para levá-los até suas mesas. Fizemos o mesmo e pedimos um drinque para a garçonete, que vestia chapéu de bruxa.
Stephanie apoiou a mão no ombro do garçom, e eu no ombro dela e passamos do claro ao escuro, os ambientes separados por duas cortinas pesadas de veludo. Fomos nos sentar, conduzidas pelo garçom, em fila indiana, dando passinhos curtos – e segurando a risada. Que piada de lugar! Os olhos custavam a se acostumar.
Quando ele nos trouxe o pão e a manteiga, foi “mostrando” onde estava colocando tudo, gentilmente levando nossa mão até cada objeto. Pouco adiantou: mal ele virou as costas, o pão da Stephanie saiu voando, eu meti o dedo na manteiga e caímos na gargalhada. Beber água, então, era uma dificuldade, o vidro batendo contra os dentes, sem acertar o alvo.
Chegaram as entradas: carpaccio para mim, e “surpresa” para ela. A surpresa era uma salada verde, dificílima de ser comida no escuro. Meu carpaccio veio sem parmesão – falha indesculpável – mas estava gostoso. Fui tateando com o garfo, depois com os dedos, tentando descobrir onde estava a comida. Mais difícil que encher o garfo era levá-lo à boca: espetei a bochecha umas vinte vezes, e deixei cair montes de comida no colo e no chão. Era como se fôssemos dois bebês, pondo a mão da comida e derrubando tudo. Ainda bem que ninguém estava vendo…
Os pratos principais eram ainda mais complicados de comer. Eu tinha que cortar minha vitela em pedaços que coubessem na boca: desisti da tarefa depois da quinta tentativa frustrada. O tempero – limão, pimenta-do-reino e gengibre – estava forte demais e me fazia engasgar. Comi dois rabanetes e um pouquinho do purê de batatas que veio ao lado e pronto. Era mais divertido ficar dando risada com Stephanie, tentando adivinhar quem estava à nossa volta e que cara teria o lugar com as luzes acesas. Batemos papo com o casal jovenzinho à nossa frente, que celebrava aniversário de namoro. Estavam nas nuvens, adorando o climinha afrodisíaco.
1631 Ste-Catherine West
Located between Pierce St. and Guy St.
near Guy-Concordia Metro (Green Line).
Tel.: 514.937.9727
sábado, 29 de agosto de 2009
Sofitel, W, St. James, Opus, Gault, Place d'Armes e Vieux Port: os melhores hotéis de Montréal

colaboração especial de Alexandra Forbes
No Vieux Montréal:


Hôtel Place d’Armes


W

Auberge du Vieux-Port

rua de la Commune, 97, 876-0081, www.aubergeduvieuxport.com

Ultra moderninho, lobby espartano com, ao fundo, uma sala de leitura cheia de livros de design. Maria Ganem, autora deste blog, ficou lá e dividiu suas impressões nesse post aqui.
Sofitel
Desde que o histórico e imponente Ritz Carlton decaiu e perdeu o trono, o novo Sofitel, quase vizinho, tomou seu lugar como melhor hotel do Downtown. Apesar de fazer parte de uma grande rede internacional, o design é único e cheio de personalidade, especialmente no lobby inundado de luz natural. Nos banheiros, produtos com a grife Roger & Gallet e espelhos anti-embaçantes. Nos quartos, todos ensolarados e decorados em tons de bege, carpetes ultra-macios, escrivaninha espaçosa, camas fofíssimas e flores frescas.
Rua Sherbrooke Ouest, 1155, tel. (514) 285-9000, www.sofitel.com
Opus

Rua Sherbrooke West, 8, 657-5656, www.opushotel.com









